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Guiné-Bissau

Página Oficial do Governo:

http://www.guinebissaurepublic.com/ 

 

Designação Oficial: República da Guiné-Bissau

Capital: Bissau

Presidente da República: José Mário Vaz (desde 17.06.2014)

Primeiro-Ministro: Baciro Dja (desde 20.08.2015)

 

Data da atual Constituição: aprovada em 16 de Maio de 1984, foi revista em Maio de 1991, Novembro de 1996 e Julho de 1999 

 

Ministério dos Recursos Naturais:

Ministro: Daniel Gomes

 

Ministério das Obras Públicas, Construções e Urbanismo:

Ministro: José António Almeida

 

Ministério da Energia e Indústria:

Ministro: Florentino Pereira

 


 

Missão Permanente da Guiné-Bissau Junto à CPLP: 

Encarregado de Negócios: M’Bala Fernandes 

Morada: Chancelaria da Embaixada da Guiné-Bissau em Lisboa - Rua Alcolena, n.º 17A 1400-004 Lisboa

Telefone: +351 210 739 165

Email: embaixada.guinebissau.pt@gmail.com

 

Ponto Focal Ambiente da Cooperação: Viriato Luís Soares Cassamá 

 


Perfil do País

 

Área total: 36.120 km²

População: 1.69 Milhões de Habitantes (EIU 2013) 

PIB: 0.99 (biliões, USD correntes) (2013) 

Clima: Clima tropical caracteristicamente quente e húmido. Tem duas estações: a chuvosa e quente e a seca e fresca.

 

A Guiné-Bissau depende fortemente da agricultura e da pesca (cerca de 62% do PIB). O preço da castanha de caju aumentou e, hoje, o país é o sexto produtor mundial. A Guiné-Bissau exporta peixe e mariscos, bem como, amendoim, semente de palma e produtos das atividades extrativas florestais. As licenças para a pesca são uma fonte de receitas do governo. O arroz é o cereal mais produzido. O turismo é também uma aposta crescente do país.

 

Em matéria de energia, o Plano Guiné-Bissau 2025 “Terra Ranka”, tem um capítulo dedicado à energia, o qual refere a reestruturação da empresa de Eletricidade e Água da Guiné-Bissau (EAGB), a construção de uma nova central hidroelétrica, o reforço de potência e reabilitações, a instalação de uma rede nacional de transporte e o projeto da Organização para o Desenvolvimento do Rio Gâmbia (OMVG), que tem como objetivo a interligação energética entre quatro países da região (Guiné-Bissau, Senegal, Guiné-Conacri e Gâmbia). 

 

 

 

 

 


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